O deputado estadual Alessandro Molon (PT) entrou na Justiça com um mandato de segurança para que Assembléia Legislativa (Alerj) instale a CPI para apurar o funcionamento do Metrô e da SuperVia, e a atuação da agência reguladora de transportes (Agetransp).
O presidente da Alerj, Jorge Picciani, não permitiu a instalação da CPI por julga-lo inadequada para o período que antecede a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. A CPI foi pedida por Molon na última terça-feira com o apoio de 27 dos 70 deputados da Casa.
Por meio de liminar, Molon pede que a Alerj cumpra o que determina o artigo 30 do Regimento Interno da Casa, que diz que se dê efeito, em até 48 horas, aos requerimentos apoiados por mais de um terço dos deputados. “Escolher as CPIs que podem funcionar na casa tem sido uma prática da atual Mesa Diretora. Não é coincidência que nenhuma CPI que incomode o Poder Executivo vá à frente na Alerj. Mas este poder de veto que o presidente diz ter sobre os requerimentos de CPI é uma extrapolação de seu real poder. O Regimento Interno é claro e não deixa brechas para interpretações”, declarou o deputado petista.
FONTE: Jornal Povo do Rio